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Críticas

Resenha do CD | Phineas & Ferb CD + DVD

Como todo domingo apresentamos para vocês a resenha de um DVD da Disney, hoje resolvi fazer diferente e falar de um CD da Disney que foi lançado em junho de 2010, pela Walt Disney Records. A primeira trilha sonora a ganhar destaque na resenha do Planeta Disney é "Phineas & Ferb CD + DVD", um dos títulos que mais aguardei esse ano.

Você os conhecem, Phineas e Ferb são dois jovens criativos que passam os dias do verão inventando várias coisas para terem um dia mais divertido que o outro. Dois gênios prontos para aprontar! O grande destaque da série é que em casa episódio você se diverte com uma ou até duas canções inéditas. O CD  nacional vem com apenas 18 Canções em português. Digo apenas, pois o CD original tem 26 canções, isso mesmo, a Disney Brasil pisou no tomate e cortou 8 canções do CD.

A edição especial vem com o CD da canções, um encarte com várias fotos da série e também com um DVD exclusivo. No DVD, além de um menu interativo simples, encontramos o especial "Phineas e Ferb Clipstástico Top 10 Musical", um episódio na qual os fãs escolherem os 10 videoclipes que mais gostaram. O DVD vem apenas com as canções em português e todas legendadas para que os fãs possam cantar junto as músicas da série de TV.

"Phineas & Ferb CD + DVD" é uma peça obrigatória na coleção dos fãs, pois além de ter um dos melhores episódios da série, você tem a chance de ter o CD com algumas das canções da primeira temporada.

FAIXAS DO CD: 01. Tema de Abertura de Phineas & Ferb (today Is Gonna Be a Great Day) / Elenco - Phineas e Ferb 02. Você Gamou (gitchee Gitchee Goo) / Phineas e os Ferbtones 03. Praia do Quintal (backyard Beach) / Ferb 04. Esquilos Dentro da Calça (squirrels In My Pants) / Elenco - Phineas e Ferb 05. Meu Inimigo (my Nemesis) / Elenco - Phineas e Ferb 06. Meu Irmão Mauricinho (my Goody Two-shoes Brother) / Dr. Doofenshmirtz 07. A Múmia que Cuida de Mim (my Undead Mummy And Me) / Elenco - Phineas e Ferb 08. Eu Te Adoro Mãe (i Love You Mom) / Candace 09. Pronto para as Bettys (ready For the Bettys) / The Bettys 10. Meu Único Vilão (when We Didn´t Get Along) / Elenco - Phineas e Ferb 11. Arrogante (he´s A Bully) / Elenco - Phineas e Ferb 12. Garota do Caminhão (truck Drivin´ Girl) / Elenco - Phineas e Ferb 13. Dia do Faz Nada (do Nothing Day) / Candace e Jeremy 14. Garotos Danados (e.v.i.l. B.o.y.s.) / Candace 15. Irmãozinhos (little Brothers) / Stacy 16. Rainha de Marte (queen of Mars) / Candace 17. Não Tenho Ritmo (ain´t Got Rhythm) / Sherman e Phineas 18. Gitchee Gitchee Goo – Original em Inglês

FAIXAS DO DVD: 01. Prepare-se para as Bettys (Ready for the Bettys) / The Bettys 02. Rainha de Marte (Queen of Mars) / Candace 03. Você Não Tem Ritmo (Ain't Got Rhythm) / Sherman e Phineas 04. Eu Te Amo Mãe (I Love You Mom) / Candace 05. Garotos Danados (E.V.I.L. B.O.Y.S.) / Candace 06. Esquilos Dentro da Calça (Squirrels in My Pants) - Versão Extendida / Candace e Dois Rapazes no Parque 07. Irmãozinhos (Little Brothers) / Stacy 08. Fritos (Busted) - Versão Extendida / Vanessa e Candace 09. Praia do Quintal (Backyard Beach) / Ferb 10. Gitchee Gitchee Goo / Phineas e Os Ferbtones

INFORMAÇÕES DO PRODUTO: Cód. Barras: 50087163570 Reduzido: 3045620 Altura: 12,5 cm. Largura: 14 cm. Profundidade: 2,5 cm. Tipo de Mídia : CD+DVD Número de Mídias : 2

Crítica: Quincas Berro D’Água

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Crítica: Quincas Berro D’Água Por Diego Estrella

Baseado na obra do escritor Jorge Amado, Quincas Berro D’Água nos mostra a morte do personagem (Paulo José) que dá título ao filme logo nos primeiros minutos. Ele é um bêbado que abandonou sua família para viver uma vida boêmia na companhia de outros vagabundos, estes os personagens que aprontam as peripécias durante o filme. Cabo Martim (Irandhir Santos), Pé de Vento (Luis Miranda), Pastinha (Flavio Bauraqui) e Curió (Frank Menezes) armaram toda uma noite de comemorações do aniversário do companheiro de farra. Ao saber da morte dele, não conseguem acreditar e decidem que é uma brincadeira do amigo, pois este sempre pregava peças e devem continuar com o plano da noite de folia do aniversário. Logo, o corpo de Quincas é carregado para os bares onde o grupo costumava passar as noites. O protagonista, apesar de ser um cadáver, brilha durante todo o filme, em parte pela narração de Paulo José, em parte por suas expressões faciais discretas, pois um morto não se manifesta, o personagem nos faz rir em diversos momentos.

Enquanto isso, sua família, daquelas tradicionais que desejam manter as aparências, quer que ele seja velado e visto como um homem da alta sociedade. Para justificar sua ausência de casa, eles inventaram a história de que ele se tornou um comendador e estava fora do país. Vanda (Mariana Ximenes), filha de Quincas, sente a mesma inadequação que levou o pai a sair de casa, mas prefere viver uma vida conservadora ao lado do marido, um oportunista de olho em regalias da alta sociedade. Esse atrito entre a família, aquela com o direito de velar o morto, e os amigos, aqueles que viviam as alegrias e as tristezas com o morto, mostra o conflito entre a rigidez da sociedade e a vida desregrada dos boêmios, estes sempre usando da malandragem para superar sua desvantagem perante a sociedade que os condena, enquanto os que vivem dentro da regra invejam a liberdade daqueles que só tem compromisso com sua alegria.

Repleto de humor e situações cômicas, ele trata temas sérios, como a perda de um ente querido, a diferença de classes sociais, a ordem rígida que segrega os pobres e os boêmios na Bahia dos anos 50, mas tudo com uma atmosfera leve, denunciada pela trilha sonora que, muitas vezes, parece o fundo musical de um circo, além das observações do narrador, que aproveita sua posição para tirar sarro e denunciar para o espectador todos os defeitos da sociedade que posa de moralista e denuncia os párias, enquanto esconde seus próprios pecados. Nada mais brasileiro do que a ordem imposta sendo desvirtuada pela farra dos bêbados e foliões no limiar da miséria e tudo terminando em festa, mesmo em horas tão trágicas. Eles não deixam de ter certa razão, pois, diante da morte, o que realmente importa?

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Crítica: "High School Musical: O Desafio"

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CRÍTICA: "HIGH SCHOOL MUSICAL: O DESAFIO" Por Léo Francisco

Mais de dois anos após o início de reality show que escolheu os oito protagonistas do primeiro longa nacional coproduzido pela Walt Disney Studios Motion Pictures Brasil, que chega aos cinemas de todo o Brasil essa sexta-feira, dia 05, o musical “High School Musical: O Desafio”, produzido pela Total Filmes e com a participação da cantora Wanessa Camargo.

Dirigido por César Rodrigues (“Uma professora maluquinha”) e com o roteiro baseado no original “High School Musical”, de Peter Barsochini, a versão brasileira adaptada por Carol Castro conta a história de amor entre Olavo (Olavo Cavalheiro), o capitão do time de futebol da escola High School Brasil, os Lobos Guará, e Renata (Renata Ferreira), garota inteligente, tímida e reservada, que se apaixonam um pelo outro à primeira vista.

No primeiro dia do ano na escola todos descobrem que naquele ano irá acontecer o Concurso de Música, na qual a banda vencedora irá abrir o show de uma ex-aluna que ficou famosa, a cantora Wanessa, que regressa ao colégio para conhecer e incentivar os novos talentos. A partir daí não é muito complicado imaginar o que acontecerá na história. Repleto de canções (nem todas originais) e números de dança, o filme segue a linha das versões norte-americanas e latinas, mas com toques nacionais e mostrando em poucas cenas o Rio de Janeiro como plano de fundo.

É claro que fazendo uma versão de uma franquia de sucesso como “High School Musical”, que surpreendeu até mesmo a Disney e virou um fenômeno mundial, comparações entre a versão original e a brasileira irão acontecer, mas a nacional não tenta copiar totalmente o roteiro e nem mesmo os personagens do original da versão americana. O filme traz personagens tipicamente brasileiros e, ainda por cima, mais “reais” – um exemplo é Paula (Paula Barbosa), que na versão nacional é uma menina mimada e egoísta que quer toda a atenção para ela e, diferentemente do original americano, o faz de maneira menos artificial.

Se tratando de um musical, claro que o ponto forte da produção deveria ser as coreografias, principalmente das grandes cenas (inicial e final), algo que não acontece. As coreografias são fracas e, comparadas com os clipes gravados durante a Seleção, vemos o quanto o elenco regrediu. Para ter uma idéia, basta comparar "Novo Ano Começou" e "Atuar, Dançar, Cantar" com a cena “What Time Is It” (High School Musical 2), para se notar a diferença gritante de falta de uma boa montagem coreográfica para as duas principais cenas do longa nacional. A melhor sequência musical é a da cena “Seguir o Sol”, interpretada por Renata e Bia (Beatriz Machado), na qual temos tomadas áreas mostrando realmente todos dançando, um quê que faltou em quase todas as outras cenas de danças. Outra cena que vale se destacar é o sapateado entre Renata e Fellipe (Fellipe Guadanucci), quando eles estão estudando matemática – a melhor cena da protagonista Renata, que mostrou ter muito mais química com o irmão da vilã, do que propriamente com o protagonista Olavo, que se destaca apenas nas cenas com os amigos do time de futebol.

As coreografias não são boas, mas pelo menos as músicas são. O filme conta com canções inéditas, versões das músicas latinas e até mesmo uma do “High School Musical 2”, que devem sem duvida agradar aos fãs da franquia por resgatar a mesma essência dos filmes originais. Destaque para o dueto de Wanessa e Renata, que sugere uma relembrança das clássicas canções da Disney que tematizam a importância da amizade – uma canção certa que, no contexto da trama, perde a carga emotiva graças à presença de Wanessa Camargo, desencaixada em cena. Até porque uma canção crucial que fala tanto da importância da amizade deveria ser executada pela protagonista e uma de suas duas grandes companheiras (Bia ou Karol), não com uma famosa desconhecida que pareceu ter virado sua melhor amiga depois de uma ligeira conversa de menos de cinco minutos. Um desperdício de ocasião para se aproveitar o talento de Karol Candido, a participante da Seleção que mais se destacou no quesito voz.

Um dos pontos positivos da produção é a interação de todo o elenco e a garra pelo projeto que se nota na tela e, principalmente, nos bastidores. O elenco, como a própria Disney Brasil, é iniciante no cinema e por isso, não tem como impor comparações exigindo atuações perfeitas. Mas, sem qualquer sombra de dúvida, para uma primeira produção, o longa agrada e diverte quem entrar no espírito e simpatizar com a franquia que acumula muitos fãs no mundo inteiro.

Vale destacar que o personagem Fellipe rouba a cena com facilidade, conseguindo se destacar mais do que qualquer outro membro da história, o contrário das versões internacionais, na qual é a vilã que sempre recebe a luz do holofote.  Falando no casal de irmãos, quem for ao cinema esperando um grande dueto, ao estilo “What I've Been Looking for”, “Bop To The Top”, “Fabulous”, “Humuhumunukunukuapua'a” e "I Want It All", vai se decepcionar, pois a versão nacional ficou devendo o grande número entre os irmãos.

Mesmo com um número enorme de musicais teatrais fazendo sucesso nos palcos brasileiros desde 2000, “High School Musical: O Desafio” é o primeiro filme musical nacional a ser produzido na atualidade, mesmo sob a febre do gênero pelo mundo todo no cinema e até em séries de TV, como a famosa série “Glee”. A primeira aposta da Disney no Brasil, ainda que com alguns defeitos, está longe de ser ruim e supera produções norte-americana do estúdio, como os atuais “Camp Rock” e “Programa de Proteção para Princesas”, mas está ainda longe de superar as continuações da série na qual se baseou.

High School Musical: O Desafio” é uma pedida para crianças, adolescentes, os fãs tanto da franquia e do elenco ou para quem quiser se divertir durante 1 hora e meia nos cinemas, com um filme que além de trazer músicas animadas, mostra uma bela mensagem sobre a importância da amizade, que vivemos no tempo do colégio.

Crítica: "A Bruxinha e o Dragão"

Depois de ser adiado por duas semanas, finalmente a Europa Filmes lança no mercado nacional a produção Walt Disney Alemanha, "A Bruxinha e o Dragão". Misturando personagens reais com animação e trazendo muita magia, o longa-metragem tem tudo para ser um bom divertimento para a garotada nesse fim de férias. Abaixo você confere a critica completa feita por mim, Léo Francisco. Espero que gostem.

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A Bruxinha e o Dragão por Léo Francisco

Misturando personagens reais com feitos em animação, a Europa Filmes lança o longa-metragem "A Bruxinha e o Dragão" (Hexe Lilli: Der Drache und das Magische Buch/Lilly the Witch: The Dragon and the Magic Book), co-produção Disney na Alemanha, Itália e Áustria.

Voltado exclusivamente para o público infantil e para os admiradores de longas de fantasia, "A Bruxinha e o Dragão" pega carona nos sucessos de Harry Potter e Sabrina, a Bruxa Adolescente e traz para as telonas a história de uma bruxinha chamada Lilli e um dragão feito totalmente em computação gráfica, animação 3D.

O premiado diretor Stefan Ruzowitzky (Os Falsários), Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2008, surpreende mudando seu foco e partindo para seu primeiro longa voltado para o público infanto-juvenil. Com uma história simples e repleta de efeitos especiais, conhecemos Lilli (Alina Freund), uma garotinha bonitinha, inteligente e animada, como qualquer outra, mas que tem sua vida alterada, quando o Hector, um divertido dragãozinho verde, aparece em sua casa com o propósito de treiná-la para ser a nova guardiã do livro dos feitiços. Isso acontece porque a bruxa boa Surulunda (Pilar Bardem) está velha demais e não poderá mais proteger o livro das garras do malvado mago Hieronymus (Ingo Naujoks), que fará de tudo para colocar suas mãos no livro e conseguir realizar seu sonho de construir uma máquina para dominar o mundo.

Claro que esse tipo de roteiro você já deve ter visto em diversos outros filmes de fantasia, mas a criançada que conferir este poderá se divertir com uma história que prega o poder da amizade como tema principal. Uma coisa que vale destacar é a dublagem nacional, que deixa o filme mais leve e faz com que ele consiga fluir melhor, pois as vozes já conhecidas acabam prendendo a atenção do público e causando uma sessão de nostalgia para os que prestam a atenção nos trabalhos dos dubladores.

Vale lembrar que mesmo não vindo com a marca Walt Disney no Brasil, quem assistir ao longa e foi criança na década de 70 com certeza vai se lembrar de outra produção na qual o estúdio trazia um dragão feito em animação tradicional como melhor amigo de um garoto (personagem real). Por diversos momentos, acabamos relembrando do ótimo Meu Amigo, o Dragão (lançado recentemente em DVD) que, mesmo com um roteiro completamente diferente de "A Bruxinha e o Dragão", poderá gerar comparações entre os dragões animados.

Baseada na personagem dos livros de Knister, "A Bruxinha e o Dragão" apresenta belos cenários e uma animação acima da média para o dragão Hector. Mesmo com o fraco roteiro e com alguns momentos cansativos no filme, sem dúvida nenhuma é um sessão da tarde que agradará a garotada.

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