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Arquivo de April 2011

"Gnomeu e Julieta" ultrapassa a marca de 1 milhão de espectadores no Brasil

O longa-metragem de animação "Gnomeu e Julieta" (Gnomeo & Juliet), dirigido por Kelly Asbury (Shrek 2) e com canções originais de Elton John, continua surpreendendo e acaba de ultrapassar a marca de 1 milhão de espectadores no Brasil, desde a sua estreia no dia 04 de março.

Baseada no clássico Romeu e Julieta, de William Shakespeare, a nova versão da maior história de amor de todos os tempos, arrecadou mais de R$ 12,5 milhões de bilheteria e entra no ranking dos 10 filmes mais vistos do ano.

Esta nova versão moderna da história é estrelada por gnomos de jardim e conta com a direção de Kelly Asbury (Shrek 2) e produção de Baker Bloodworth (Dinosauro), Steve Hamilton-Shaw (Spectacle: Elvis Costello with…) e Elton John ("O Rei Leão" e "O Caminho para El Dorado").

Na nova trama, dois anões de jardim, Gnomeu (voz de Daniel Oliveira na versão brasileira) e Julieta (voz de Vanessa Giácomo) tentam evitar uma tragédia e por fim encontram o final feliz para seu caso de amor. Mas com flamingos de plástico cor-de-rosa, vizinhos hostis e eletrizantes corridas de cortadores de grama na mistura, conseguirá este jovem casal encontrar a felicidade duradoura? Também no elenco está a voz de Ingrid Guimarães.

A dublagem na versão original será feira por James McAvoy, Emily Blunt, Michael Caine, Maggie Smith, Jason Statham, Ozzy Osbourne e Patrick Stewart. Já no Brasil, a dublagem e adaptação estão sob a responsabilidade da Delart Estúdios Cinematográficos, empresa com mais de 40 anos de experiência no ramo de gravação de áudio para filmes. As vozes dos protagonistas, Gnomeu e Julieta, foram feitas pelos atores Daniel Oliveira (que já trabalhou com dublagem em "O Galinho Chicken Little" e "Happy Feet: O Pinguim") e Vanessa Giácomo (Jean Charles), enquanto a atriz Ingrid Guimarães (De Pernas para o Ar), dublará a sapa Nanete, a melhor amiga e confidente de Julieta.

Com 14 faixas, sendo nove, canções clássicas e inéditas de uma das maiores duplas de compositores da música pop de todos os tempos: Elton John e Bernie Taupin, interpretadas pelo próprio Elton John, a trilha sonora de "Gnomeu e Julieta" (Gnomeo and Juliet) chegará as lojas de todo o Brasil no dia 23 de Fevereiro, sendo lançada pela Walt Disney Records.

"Gnomeu e Julieta" (Gnomeo and Juliet) está em cartaz nos melhores cinemas norte-americanos e brasileiros.

Universal Channel apresenta maratona da série "Brothers & Sisters"

Na próxima quarta-feira, dia 06 de abril, o canal pago Universal Channel apresenta uma maratona com os sete primeiros episódios da quinta temporada da elogiada série "Brothers & Sisters". O maratona especial começa as 11h da manhã apresentando o episódio "De Volta Para Casa" e segue em sequência dos outros seis episódios da série.

Você que já viu poderá rever a volta de Justin (Dave Anable) para casa depois de mais uma etapa cumprida no exército americano. Kitty (Calista Flockhart) tentando superar a dor da perda de Robert (Rob Lowe) e Luc (Gilles Marini) e Sarah (Rachel Griffiths) fazendo planos para a vida a dois.

Como nem tudo é felicidade na família Walker, Rebecca (Emily VanCamp) terá de aceitar a nova condição de Holly (Patricia Wettig) que ficou com sequelas depois do acidente. Nora (Sally Field) e Saul (Ron Rifkin) também sofrerão mudanças. Ela aparentemente não será mais a mãe zelosa de antes e ele tomará uma decisão importantíssima para sua vida. Já Kevin (Matthew Rhys) e Scotty (Luke Macfarlane) passarão também por altos e baixos em seu relacionamento.

Veja abaixo os horários e episódios que serão exibidos no especial de "Brothers & Sisters":

Dia 06 de abril, quarta-feira 11h00 - "De Volta Para Casa" - 1º Episódio 12h00 - "Encontro Rápido" - 2º Episódio 13h00 - "Fingimento"- 3º Episódio 14h00 - "Um Beijo Honrado" - 4º Episódio 15h00 - "Liguem Para a Mamãe" - 5º Episódio 16h00 - "Um Marido Ideal" - 6º Episódio 17h00 - "Resolução" - 7º Episódio

Entrevista Exclusiva com o ator Ben Barnes, o Príncipe Caspian

Em parceria com a 20th Century Fox Film, o Planeta Disney apresenta a segunda entrevista exclusiva do especial "As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader), que chegou as lojas de todo o Brasil na última quarta-feira, dia 30 de março, em DVD e Blu-ray.

Desta vez, o galã Ben Barnes, que interpreta mais uma vez o Príncipe Caspian, respondeu algumas perguntas para os fãs sobre como foi trabalhar novamente na franquia, sobre a mudança de estúdio e diretor, o clima das filmagens, além de contar muitas curiosidades sobre a produção e sobre a importância da franquia em sua vida.

Boa leitura e divirtam-se!

O que o público vai encontrar ao ver "As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada"? Ben Barnes: Três anos se passaram no tempo de Nárnia desde o último filme. Os Pevensies envelheceram um ano, mas são três anos depois para o Caspian. Ele esteve comandando o país nesse tempo, e ele diz no começo que derrotou os Giagantes do Norte e os outros exércitos no deserto, então ele está reinando em Nárnia com algum sucesso - apesar de sua hesitação no filme anterior. Ele está ficando mais confortável com a sua própria autoridade, mas ele ainda tem um pouco daquele rancor por ter crescido sem seus pais. Ele nunca sentiu que estar no poder era mesmo seu lugar, então esse é um tema que é recorrente no filme. Quando eu interpretei o Caspian como um príncipe jovem que era definido por sua vulnerabilidade. Tinha um senso de que ele não estava pronto para ser um líder. Agora ele é um homem e é rei, mas o Caspian ainda sente falta da honra que ele deve à sua linhagem, e é por isso que ele sair nessa viagem de auto-conhecimento.

Caspian está no comando dessa viagem ou missão? Ben Barnes: Ele está no comando dessa missão de encontrar os sete lordes, que eram os melhores amigos e maiores aliados de seu pai. Ele fez uma promessa em memória de seu pai, que se um dia Nárnia tivesse paz - o que ele conseguiu estabelecer - ele iria encontrar esses lordes e os salvaria de qualquer problema no qual eles poderiam se meter. No final ele percebe que eles realmente se meteram em muitos problemas.

O que você destaca como especial e interessante neste filme (e no livro) na sua opinião? Ben Barnes: 'A Viagem do Peregrino da Alvorada' é muito satisfatório de se ler. Sempre foi o meu favorito, dentre todos os sete livros de 'Nárnia' porque é episódico; você pode ler um capítulo - ou seus pais podem ler um capítulo - cada noite. Você pode ler um pouco sobre a viagem e eles aterrissam em uma ilha em particular e passam por uma aventura ou aprendem uma lição em particular. Acho que é uma das melhores histórias e tem alguns personagens humanos muito bons também. Eu acho que Eustace Scrubb, que foi vivido brilhantemente por Will Poulter, é um personagem muito engraçado. Tem muito da diversão e magia dos primeiros filmes e eu tenho algumas cenas de ação, o que é bem legal. É muito recompensador porque você tira pequenas conclusões. Mas em termos de fazer um filme do livro os escritores tiveram que trabalhar duro para ver uma continuidade juntos. Eles tiveram que fazer isso não só para os Pevensies mas para o Caspian também. O propósito da viagem não pode ser apenas uma série de descobertas; você precisa de uma razão por trás de tudo. Então nós descobrimos que tem uma ameaça real às pessoas de Nárnia que eles tem que resolver por uma série de combinações de desafios físicos e mentais.

Como foi o clima entre vocês  no set, nesse filme onde Pedro e Susana, os irmãos Pevensie mais velhos, não estão envolvidos? Ben Barnes: Edmundo e Lucia estão no coração da história, e a escalção de Will Poulter como Estauce foi genial - ele é tão engraçado. Eu já era fã dele. Ele é brilhante, o personagem dele, Eustace Scrubb, é para ser irritante mas eu não conseguia parar de rir. Eu decidi que o Caspian ia achar o Eustace engraçado, só para acobertar o fato de que o Will me fazia rir demais.

Você deve conhecer esse personagem tão bem, como você interpreta o Caspian? Ben Barnes: A bom, tudo mudou muito. Nós mudamos de diretor e de estúdio então tem muita criatividade nova colocada, o que é ótimo. Andrew Adamson, que dirigiu os dois primeiros filmes, sempre disse que ele queria criar a Nárnia que ele se lembrava de quando tinha oito anos de idade, não a Nárnia que ele decidiu que era a certa quando ele era um adulto. Então eu acho que tem uma licença criativa envolvida em termos de qualquer diretor ou estúdio ter uma nova perspectiva em Nárnia ou em como eles imaginam o mundo e os personagens. Michael Apted sente que os personagens são muito ingleses, e nós queríamos diminuir o elemento de espanhol / italiano que os Telmarines tiveram no últimos filme. Então nesse eles são muito ingleses e podem se relacionar mais de perto com os Pevensies. Nenhum dos Telmarines tem sotaque mais.

O que exatamente o diretor Michael Apted fez para mudar o clima desse filme? Ben Barnes: Ele queria trazer de volta o sentimento de mágica e descobrimento que o primeiro filme tinha, o segundo livro não tem esse elemento. Os gêneros dos livros mudam. O primeiro é como se fosse um conto de fadas, um conto de descobrimento e você vê tudo com esse olhar de novidade. Tem tanto imaginário. O segundo livro é mais um drama, parece com um filme antigo de guerra com muitos conflitos - é muito sobre o bem contra o mal - quase uma história de Hamlet. Meu tio matou meu pai e agora meu próprio povo está se voltando contra mim. É a wronged orphan story. Esse se parece mais com os filmes que eu assisti quando estava crescendo como Jason and the Argonauts, ou qualquer outra dessas histórias incríveis. Ainda tem ação, mas que ele estão nessa busca eles estão viajando e descobrindo novas terras a cada vinte minutos. Tem novas ilhas e novos personagens; nós continuamos encontrando novas coisas. Esses tipos de elementos contribuíram para o grande sucesso do primeiro filme, "O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa", e porque os livros fazer tanto sucesso. C.S. Leris tem uma imaginação tão vívida.

Você era um grande fã das "Crônicas de Nárnia" antes de conseguir o papel de Caspian? Ben Barnes: Sim, eu ainda tenho a minha cópia dos livros e tem a minha caligrafia de quando tinha oito anos na capa, então para mim, estar envolvido nesse filme é incrível. Teve uma série na TV, em 1989, quando eu tinha oito anos. O Caspian era mais novo, eles tinham um garotinho interpretando ele. Então o Sam West assumiu para "A Viagem do Peregrino da Alvorada" então isso deve mostrar para você como eles poderiam ter escolhido um ator mais velho. Ele deveria ter crescido e passado por uma transação entre os dois filmes.

Como é o Caspian nesse filme? Ben Barnes: O traço mais óbvio para ele é que ele é um idealista. No primeiro filme ele tenta aceitar o fato de que a pressão e responsabilidade vão estar com ele por ser um governante. Agora ele já é um governante há muitos anos e quer ser o melhor líder que puder ser. Ele tem alguns conflitos com outros personagens sobre estilos de liderança, ao invés de certo e errado.

Como foi para você trabalhar com o diretor Michael Apted? Ben Barnes: Quando ele começou ele foi muito honesto comigo, me dizendo que ele tinha algumas trepidações wobre entrar em um projeto desta proporção e desse gênero, que ele nunca tinha feito antes. Ele fez um filme do James Bond, com muita ação, mas ele admite logo que cara que a ação não é a sua parte favorita do filme. Mas eu acho que é por isso que ele era perfeito para esse filme. Príncipe Caspian tem muita ação pesada, mas dessa vez eles queriam alguém que fosse se focar mais na história e nos personagens. Ele tem sido ótimo, ele é muito atencioso e ele certamente tem um talento para ver a figura maior no que tem sido um enorme projeto.

Como foi a convivência com elenco durante as gravações, nesse terceiro filme? Ben Barnes: Acho que para mim tinha uma atmosfera familiar ainda maior dessa vez do que da última, na verdade. Os quatro Pevensies eram muito unidos no primeiro filme e isso teve uma continuidade. E agora eu roubei esse papel de irmão/primo mais velho. As mães de Georgie, Skandar e Will me chamam de tio Ben. Se alguém precisasse ser levado para um parque aquático era o Muggins aqui (eu) que tinha que levá-los no passeio do dia. Mas tinha uma atmosfera adorável e o suficiente do elenco antigo para fazer ela se sentir familiar. E tinham muitos membros australianos no elenco para manter tudo fresco e diferente, porque esse é basicamente um gênero diferente e era importante que não ficasse obsoleto.

Você tem alguma cena ou momento favorito no filme? Ben Barnes: Eu amo as lutas de espada, elas foram muito legais. Ver pos-sets foi incrível, como o gold water island onde a água transforma as coisas em ouro, e Duffepud island. Andar nos sets e ver cenas dos livros que eu amava tomando vida era simplesmente mágico.

Teve algum desafio em particular para você dessa vez? Ben Barnes: Eu não tive que lutar aprendendo a andar a cavalo, o que tomou quase todo meu tempo acordado e dormindo no começo do último filme. Claro que não existem cavalos porque estamos em um barco, então pude passar muito tempo com a luta de espadas. Mas a questão interessante é: Você luta com espadas se a sua espada foi tomada de você? Então isso força a equipe de acrobacias, coreografias e coordenador de lutas a serem bem criativos e eu amei a solução com a qual eles surgiram com um novo movimento. Nós estávamos algemados e tinha muito movimento com os pés. É o tipo de coisa com a qual você fantasia quando é criança.

Quanto Nárnia mudou a sua vida? Ben Barnes: É só o que eu sei, mas eu acho que obviamente me ajudou a criar confiança. Eu fiz três filmes diferentes entre o último e este, tipos muito diferentes de filme. Eu fiz um filme em Boston chamado Locked In interpretando um jovem pai que tinha uma garotinha em coma. Esse foi um tipo muito diferente de história. Acho que sua confiança cresce com a variedade e de trabalhar com diferentes diretores e elencos. Então eu voltei para o Caspian com um novo senso de confiança. Acho que o último filme o que ajudou foi que eu estava ansioso, porque meu personagem estava assustado a maior parte do tempo e muito inseguro consigo mesmo. Dessa vez eu tive que ter mais autoridade e isso foi o que eu ganhei. Mas eu acho que as pessoas mudam de qualquer jeito entre os 24 anos e os 28, 29. Você cresce e se afirma para o mundo um pouco mais. Eu era um artista muito ansioso quando tinha 15 anos. Era muito tímido e não queria estar na frente, e isso mudou. Eu estava feliz pelo pulo de alguns anos entre a produção de Princípe Caspian e esse filme porque me permitiu fazer outras coisas e ganhar mais confiança, o que eu pude trazer para o papel.

Você ainda ama atuar? Ben Barnes: Claro, absolutamente, eu amo isso. Quanto mais diretores eu trabalho mais eu vejo que quero me envolver com esse lado de filmar mais para frente, mas atuar é certamente um desafio para mim agora. Eu quero melhorar. Eu amo fazer isso mas odeio me assistir, então eu quero chegar no ponto onde eu esteja mais confortável com o que estou fazendo.

Segue nosso agradecimento a jornalista Marcela Guarany Bonazzi, pela ajuda na tradução.

Estreia hoje o canal Disney Junior

Hoje, dia 1º de abril, chega na América Latina o Disney Junior, um canal com programação 24h de alta qualidade durante os sete dias da semana, em espanhol e português, voltado às crianças entre 2 e 7 anos de idade, seus pais e educadores. O Disney Junior, que substitui o Playhouse Disney Channel na grade de programação, convida pais e avós a compartilhar a experiência mágica da Disney contada por meio de emocionantes histórias repletas de música e adoráveis personagens, tanto os clássicos, como os novos que, por sua vez, ajudam nos diferentes aspectos do desenvolvimento e da educação das crianças.

O canal será lançado simultaneamente em toda a América Latina. Hoje, 1º de abril, estreia a nova série original do canal, "Jake e os Piratas da Terra do Nunca". Além disso, a programação incluirá episódios inéditos de "Manny, Mãos à Obra", Art Attack América Latina e Os Imaginadores, o Bloco Princesas, o filme Cinderela, as novas temporadas de A Floricultura de Nana e A Casa do Disney Junior, além da pré-estreia exclusiva da nova produção latino-americana do canal, "O jardim da Clarilu".

A programação do Disney Junior unirá a narrativa que caracteriza a marca Disney a histórias adequadas à audiência pré-escolar, incorporando diversos elementos de aprendizado cognitivo e social: matemática básica, ferramentas de linguagem, dicas de alimentação e estilo de vida saudável, guias de socialização e muito mais.

A grade de programação do novo canal inclui grandes lançamentos de séries e miniprogramas regionais, novas produções regionais e os filmes de maior sucesso de bilheteria. Confira algumas novidades:

Jake e os Piratas da Terra do Nunca: uma série interativa em 2D para crianças em idade pré-escolar e seus pais. Com muita música e aventuras divertidas, a história é protagonizada pelo Capitão Gancho e Smee, e traz também uma nova tripulação de crianças piratas lideradas pelo animado e valente Jake.

Art Attack: a versão regional de sucesso de Art Attack chegou ao Disney Junior. As tradicionais e espetaculares "artes gigantes" foram mantidas. No Brasil, o programa é apresentado pelo Daniel e conta com a presença de um novo personagem: a palmeira Vicente Van Coco, que explica os passos de cada projeto de arte e mostra quais objetos são recicláveis e podem ser reutilizados.

O jardim da Clarilu: a primeira série original de produção regional do Disney Junior. Em cada episódio, Clarilu vive uma aventura com seus amigos e com seu fiel cãozinho Lápis, resolvendo mistérios graças às pequenas pistas oferecidas pelos personagens do jardim.  Com muita música e imaginação, O Jardim da Clarilu incentiva a linguagem ao usar letras e palavras simples, e mostra como é bacana cultivar a amizade e o trabalho em equipe.

Cinderela: um dos grandes clássicos da Disney. Com ele, as crianças poderão reviver uma das histórias de amor mais cativantes de todos os tempos.

A Casa do Disney Junior: uma produção regional, apresentada por Topa e Muni - feed Sul -, Liesl e Fer - feed Norte - e Estela e Vini - feed Brasil. A produção é acompanhada por pedagogos e psicólogos. Assim, os miniprogramas reforçam a criatividade das crianças mais novas, que aprendem até a falar inglês se divertindo com músicas, brincadeiras, curiosidades e, acima de tudo, muita diversão!

A Floricultura da Nana: o Disney Junior vai exibir a nova temporada deste miniprograma alegre, moderno e colorido. A floricultura é um ponto de encontro para amigos no qual eles solucionam mistérios de maneira didática e divertida rodeados pela natureza. Cada episódio ensina alguma coisa para as crianças e incentiva a amizade, o trabalho em equipe e o bom relacionamento com os outros.

Bloco Princesas: as princesas Disney estão no novo bloco do Disney Junior, que inclui as mais emocionantes aventuras de Ariel e Jasmine nas séries de animação A Pequena Sereia e Aladdin.

Os próximos lançamentos do Disney Junior serão: · Poppy Cat · Doc Mc Stuffins · Canimals · Selva sobre rodas - Segunda temporada · Urso: Agente Especial - Terceira temporada

Entre os filmes que irão estrear, destacam-se: · Bambi · Bambi 2 · Tinker Bell: O Resgate da Fada · Mulan · Alice no País das Maravilhas · Peter Pan · A Bela Adormecida · Pocahontas · Pocahontas 2 · Lilo e Stitch

O Disney Junior chega a mais de 15 milhões de lares e substitui o Playhouse Disney Channel na grade de programação de cada país, complementando a atual proposta da Disney na América Latina de reforçar seu posicionamento de liderança nos seus canais dedicados às crianças entre 2 a 14 anos e suas famílias. A programação do novo canal englobará várias plataformas, com um inovador visual gráfico, um site integrado no qual será possível assistir aos episódios completos on-line, clipes e outros conteúdos exclusivos, além de novas propostas para dispositivos móveis.

O Disney Junior estará disponível em todos os feeds da América Latina: Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Equador, Uruguai e Peru), Norte (México, países do Caribe, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, República Dominicana e Venezuela) - todos em espanhol - e Brasil – em português.

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